DRAMATIS DEĪ

DRAMATIS DEĪ

Uma lista de todas as divindades, profetas, patronos, patronas, objetos celestes e entidades míticas mencionadas na série A Tapeçaria Fraturada até agora.

Aissia – Apadrinhada pelos prostíbulos de Sosarra, Aissia é a Patrona da Beleza e cogita-se que afete a sorte das pessoas. Supostamente, Aissia tinha uma figura que aquecia o sangue de homens e mulheres, embora a história seja um tanto vaga sobre se ela também tinha uma personalidade ou intelecto admiráveis. A este respeito, alguns sugerem de brincadeira que ela também é a Patrona da Superficialidade.

Akantu – Historicamente, um seguidor devoto de Silphus e do aspecto de Silphus, Larindis. Akantu foi um sobrevivente da Grande Inundação que destruiu a terra de Alluvia. Ele tinha uma afinidade profunda com os pôneis dos Pastos dos Palominos, tanto que foi elevado a Patrono das Criaturas Inferiores. Oriken alegou ter nomeado sua adaga de caça em homenagem a Akantu, mas Dagra não acreditava que ele tivesse realmente nomeado alguma coisa e que Oriken somente disse isso para dar nos nervos de Dagra.

Avato – O profeta fundador da Díade foi autointitulado para mostrar sua lealdade ao deus Aveia. Avato também era conhecido como o Primeiro Portador. Quando jovem, Avato espalhou a palavra da Díade por todo Vörendwhel, a terra que mais tarde se tornaria conhecida como Vorinsia. De lá, ele viajou para o sul através de Sardaya até Khalevali. Enquanto viajava, ele ajudava aqueles que solicitavam suas habilidades como curandeiro. Quando Avato estava na meia idade, suas viagens o levaram de volta a Vörendwhel.

Vörenssen, neto de Vören por causa de quem a terra foi nomeada, descobriu sobre a reputação do profeta e ficou indignado, acreditando que Avato poderia ofuscar a influência de Vörenssen. Ele enviou milhares de guerreiros a cavalo para caçar o profeta. Avato foi encontrado e os guerreiros desceram sobre ele, mas ele fugiu em sua carroça e os guerreiros o perderam durante a noite. Avato nunca mais foi visto ou se teve notícias dele novamente, ou assim diz a história. Dizem que ele subiu aos céus, guiado pela mão de Aveia, sob o manto de Svey’Drommelach. A crença é de que ele ainda reside no Firmamento como a constelação de sete estrelas da Biga de Avato. Há alguns que acreditam que os soldados capturaram Avato e o mataram, desfigurando o cadáver para torná-lo irreconhecível como o reverenciado profeta.

Aveia – Aveia é uma das metades da Díade, os deuses reinantes de Sosarran da Quarta Era. Embora a Díade seja geralmente considerada como não tendo um gênero, no entanto, Aveia muitas vezes é referida como feminina enquanto seu deus companheiro, Svey’Drommelach, é referido como masculino. Aveia é o Deus do Nascimento e Vida, enquanto sua contraparte é o Deus da Morte e da Vida Após a Morte. O domínio de Aveia é a Pele do Mundo e o Firmamento Acima.

Algumas áreas de Sosarra referem-se à Díade como o Deus Partido, considerando os dois deuses como sendo meramente uma parte de uma divindade suprema que, quando reunidos, dará a seus seguidores o dom da imortalidade.

Banael – O sol que ilumina Verragos, Banael é o maior dos Deuses Desvinculados. Reverenciado em épocas anteriores como o Deus Celestial do Fogo e Luz, a adoração de Banael diminuiu com o surgimento da Díade no início da Quarta Era. Banael é a descendência dos irmãos Cherak e Khariali, formado quando seus aspectos de coração de pedra derretida e pele de joias se fundiram quando foram lançados no Firmamento pelo Árbitro.

Cherak – Retratado como um gigantesco golem de pedra, brilhando a partir de dentro com rocha derretida, Cherak é o Deus das Montanhas e Pedras. O coração de Cherak foi lançado no Firmamento por Teuveyr, para se fundir com a pele de Khariali e formar sua descendência, Banael. Não só irmão de Khariali, Cherak também era seu amante.

A sociedade da Terceira Era não se importava com a endogamia; era tão óbvio que não se pensava mais sobre isso – se os deuses poderiam fazer isso, então as pessoas também. Embora desconhecidas para o povo do continente Sosarran, estas primeiras formas incestuosas poderiam explicar os bebês que ainda nascem com anormalidades como mandíbulas grandes, crânios deformados, dedos das mãos e dos pés fundidos, nanismo e, é claro, infertilidade. Felizmente, as práticas incestuosas tornaram-se menos comuns em toda a Quarta Era, mas os efeitos da endogamia histórica ainda ocorrem nos novos nascimentos.

Drilos – Drilos é um deus adorado em uma terra distante ao leste, além da cidade de Midhallow. Menção de Drilos, o Deus-Verme, de alguma maneira alcançou Himaera há muito tempo, como é evidenciado no antik rukhir gravado na faixa de prata ao redor da joia funerária Chiddari. Algumas pessoas, ao ouvirem o nome Drilos, se perguntam onde poderiam ter ouvido este nome antes…

Ederron – Várias décadas após o desaparecimento do profeta Avato, Ederron viajou através do Arkh Vorinsiano nos passos do Primeiro Portador, ajudando aqueles que solicitavam suas habilidades de cura; ao fazê-lo, ele espalhou e aumentou imensamente os ensinamentos de Avato sobre a Díade.

As sábias palavras de Ederron foram compiladas de várias fontes em um livro chamado A Sabedoria de Ederron. Elementos dessas escrituras sagradas são frequentemente citados em todo o oeste de Sosarra. Além de ser o segundo e, sem dúvida, o mais notável e influente dos profetas da Díade, Ederron também é o Patrono do Conhecimento e do Intelecto.

A Senhora Galopante – Uma constelação que dizem ser Trygvir, a Lady dos Cavalos, percorrendo o céu noturno.

O Guardião Cinza– Uma pequena mancha cinzenta no céu, visível à noite e durante o dia acima do continente de Sosarra. Não se sabe o que o Guardião realmente é. Alguns dizem que é o Emissário, que foi colocado no céu pela Díade para testemunhar o surgimento da cidade de Midhallow. Outras culturas conhecem o Guardião Cinza por outro nome – Atros. O Guardião Cinza é considerado por alto uma lua, apesar da sua posição sempre estacionária. Seja qual for a verdade, a esperança geral é que o Guardião Cinza nunca revele seu propósito ou intenção.

Haleth – Como a Deusa Etérea do Ar e do Firmamento, Haleth não é meramente um aspecto, mas a única divindade Arkhaeana completa que é Desvinculada, além de ser a maior das luas sobre Verragos. Haleth foi arremessada no Firmamento no final do Arkhaeon por Teuveyr, permitindo-lhe observar suas criações para sempre, mas nunca mais usá-las como seus brinquedos.

O Arauto – Uma estrela inquieta, o arauto é visível durante o nascer e pôr do sol e pode ser visto mais facilmente submerso no vermelho escuro da aurora, perto do horizonte. A história esqueceu que o Arauto deve anunciar, mas alguns sugerem que anuncia apenas a chegada de um novo dia ou noite.

Khariali – A Deusa das Pedras Preciosas e Metais, Khariali é retratada como uma mulher forjada de metais e joias reluzentes. A pele de Khariali foi lançada no Firmamento pelo Árbitro, onde se fundiu com o coração do seu irmão, Cherak, para formar sua descendência, Banael, que se tornou o sol.

A Alma de Kheyron – A estrela mais brilhante no céu noturno. A lenda fala de uma constelação chamada o Caminho de Kheyron, que dizem ter existido outrora onde a Alma de Kheyron é vista agora. Quem ou o que Kheyron foi está perdido para a história, mas alguns textos antigos sugerem que a constelação consistia de três estrelas.

A Lady dos Cavalos – A Lady dos Cavalos é uma divindade lendária da terra de Khalevali. Seu verdadeiro nome é Trygvir. Ela vaga pelos Pastos dos Palominos entre as centenas de pôneis brancos que moram ali. Às vezes, Trygvir se mostra como uma fêmea humana ostentando marcas semelhantes a tatuagens em seus flancos assemelhando-se a olhos. Outras vezes, ela assume a forma de um pônei branco reluzente com marcas semelhantes nos flancos. Dizem que ela viaja entre Verragos e o Firmamento, aparecendo no céu noturno como a constelação da Lady Galopante. A Lady dos Cavalos tem conexões com Akantu, o Patrono das Criaturas Inferiores.

Larindis – O Deus dos Animais e da Vida Vegetal, Silphus, teve seu olho removido e lançando no céu pelo Árbitro. Larindis é o Olho de Silphus. É a segunda maior das luas sobre Verragos, aparecendo como um orbe verde escuro, ligeiramente luminescente, com cerca da metade do tamanho da maior lua, Haleth.

Pheranisa – Pheranisa habita os mares, lagos e rios de Verragos. Ela se manifesta na forma de redemoinhos, ondas grandes e inundações. Sua alma foi lançada no Firmamento por Teuveyr e mais tarde se tornou conhecida com Cephos, a terceira maior lua raramente vista. Pheranisa tem uma afinidade profunda com Haleth – uma parceria eterna entre a água e o ar; Haleth impede que a água de Pheranisa escape para o Firmamento, capturando-a em suas nuvens e lançando-a de volta a Verragos nas formas de chuvas, granizo e neve.

Servos dos Assassinados – Figuras espectrais vestidas com vestes encapuzadas e carregando várias ferramentas ou armas de cabo longo. Dizem que aparecem quando alguém foi morto para guiar a alma para a vida após a morte.

Silphus – O Deus dos Animais e Vida Vegetal, Silphus tinha um único olho verde escuro antes do Árbitro removê-lo e lançá-lo no Firmamento onde se tornou Larindis, a segunda maior das luas de Verragos. O Silphus cego habita as criaturas inferiores e as plantas do mundo, confiando nos animais para serem seus olhos na Pele do Mundo e confiando nas raízes das plantas para sustentar seu espírito que habita os solos de Sosarra.

Svey’Drommelach – Como o Espírito-Deus da Morte e da Vida Após A Morte, o domínio de Svey’Drommelach é o Reino Espiritual, que está entrelaçado através da Pele e o Firmamento e mergulha profundamente no solo, envolvendo todo o Inferno e alcançando Kambesh, a SubTerra. Alguns acreditam que Svey’Drommelach é mais poderoso do que Aveia, sugerindo que ele também deva, logicamente, comandar o poder da não-morte que é visto com frequência como uma área crepuscular entre a vida e a morte. Há também aqueles que acreditam que o Espírito-Deus é a reencarnação da antiga deusa Himaeriana, Morta’Valsana.

Teuveyr – Teuveyr aprecia o papel duplo de ser o Deus da Batalha e o Árbitro dos Deuses. A armadura escura como a noite de Teuveyr está envolta em luz estelar e sua espada-machado reluzente gravada com sombras. Dizem que o Deus da Batalha se materializou pela primeira vez durante o auge da extrema violência em massa no final do Arkhaeon quando os deuses antigos criaram seus brinquedos de homens e jotunn. Naquela época, Teuveyr julgou seus companheiros deuses, atacando-os com luz e sombra e enviando seus aspectos para o Firmamento. Sabendo que estes aspectos (incluindo Haleth, que ele lançou no Firmamento inteira) inevitavelmente retornariam, ele lançou fragmentos da sua armadura no Firmamento atrás deles, criando um manto de estrelas para garantir que eles nunca pudessem retornar completamente a Verragos. Alguns contos falam de avistamentos do Deus da Batalha mesmo na Quarta Era; Dagra acreditava que viu Teuveyr se formar nas nuvens de tempestade quando o sol invadiu a Cidade Sinistra.

Valsana – Também conhecida por seu nome completo de escritura Morta’Valsana, a Deusa Himaeriana da Fertilidade, Nascimento, Vida, Morte e Não-Morte já não é mais adorada exceto em Colina Scapa e uma dispersão de crenças em cultos em outros lugares; em algumas áreas acredita-se que Valsana tenha se tornado o Deus Partido, que aqueles que adoram a Díade, na verdade, estão adorando Valsana.


TÍTULOS E NOMES ALTERNATIVOS / PERSONIFICAÇÕES

Aissia → Patrona da Beleza

Akantu → Patrono das Criaturas Inferiores

Avato → Primeiro Portador

Aveia → Deus do Nascimento e Vida

Banael → Deus Celestial do Fogo e Luz

Cherak → Deus das Montanhas e Pedra

Drilos → Deus-Verme

Lady Galopante → Lady dos Cavalos → Trygvir

Guardião Cinza → Emissário → Atros

Haleth → Deusa Etérea do Ar e do Firmamento Acima

Khariali → Deusa das Pedras Preciosas e Metais

Larindis → Olho de Silphus

Pheranisa → Deusa das Águas

Silphus – Deus dos Animais e Vida Vegetal

Svey’Drommelach → Espírito-Deus da Morte e da Vida Após A Morte

Teuveyr → Deus da Batalha → Árbitro dos Deuses

Morta’Valsana → Deusa da Fertilidade, Nascimento, Vida, Morte e Não-Morte